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Vida útil das habilidades profissionais seria cada vez menor

Como customizar sua carreira num mercado em mutação

Vida útil das habilidades profissionais seria cada vez menor, diz consultora

Quem não quer trocar seu smartphone ou iPhone pelo modelo mais moderno
e se sentir no topo da vanguarda tecnológica? Só que, enquanto o usuário está abrindo
a caixa e se conectanto à sua mais nova aquisição, uma versão mais moderna e com
tecnologia mais avançada já está sendo apresentada nos blogs especializados e nas
prateleiras das lojas. É que, como se sabe, acentua Cathy Benko, vice-presidente e
diretora-gerente da Deloitte LLP, os ciclos de inovação estão cada vez mais acelerados,
com produtos personalizados e com promessas de ser o melhor. Pois, continua ela, algo
semelhante está acontecendo no mundo corporativo. E, numa economia desafiadora,
parece difícil sustentar uma carreira, mesmo para aqueles profissionais experientes, com boa formação acadêmica.
Em artigo publicado no site da CNN, Cathy afirma que percebe-se que a vida útil das habilidades
profissionais é cada vez menor. Mesmo com as taxas de desemprego se mantendo elevadas,
 acredita-se que, nos Estados Unidos, apenas 20% dos trabalhadores tenham as competências necessárias
para 60% dos empregos nos próximos anos:
“Isso é assustador, tanto para os empregadores, quanto para os trabalhadores.”
Enquanto as empresas lutam para encontrar os profissionais qualificados que necessitam, muitos
deles tentam se manter em evidência em um mercado que muda num piscar de olhos. Estas questões
são um desafio para os gestores, que quebram a cabeça para descobrir como conquistar e manter uma
força de trabalho estável e adequadamente qualificada e engajada com a empresa.
Felizmente, acrescenta Cathy, podemos lançar mão de um aspecto observado na crescente inovação
do mundo de produtos e serviços: a customização em massa.
“Você pode personalizar seu celular com aplicativos, suas bebidas e customizar suas roupas e sapatos.
Imagine, também, customizar sua carreira para melhor corresponder às necessidades da sua empresa
e às metas que traçou para sua vida profissional.”
Com esta customização em massa, acrescenta Cathy, os indivíduos podem redesenhar junto a seus
gestores uma sequência de tarefas que podem desenvolver suas habilidades:
“Ao invés de galgar os degraus de uma escala corporativa tradicional, pense em tomar decisões
estratégicas, fazer ‘movimentos laterais’ dentro da rede corporativa que sejam vantajosos para você e sua organização.”
De acordo com a executiva da Deloitte, é possível aprimorar as suas habilidades nas mais variadas
circunstâncias e, dessa maneira, ter mais controle sobre sua carreira, com maior flexibilidade para
mover-se em várias direções, seguindo uma trajetória de carreira personalizada. Esta abordagem
não é boa apenas para o indivíduo. As empresas acabam ganhando um base de talentos mais versátil,
colaborativa e engajada. Cathy afirma ainda que, com a customização da carreira, empregados e
 empregadores compartilham da responsabilidade e da oportunidade de discutir abertamente as
escolhas e as negociações para o indivíduo e a empresa. Se for bem feita, dá garantias à organização
de reter os empregados, além de atrair novos _ ao ficar conhecida como um lugar onde uma cultura de
alto desempenho e um plano de carreira estão intimamente ligados.
Para os empregados, continua a especialista, isso significa construir uma carreira sustentável, com habilidades
variadas, opções de carreira no futuro e uma capacidade de construir e reforçar a sua marca pessoal.

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